sábado, 29 de março de 2014

#Hora da pausa... #bOanOiTe!


... Ô, se é!


#RiR AiNdA é O MeLhOr ReMéDiO!


Dúvidas, por quê? #comprimento e cumprimento

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Dúvida, por quê? #a crase nossa de cada dia

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#poetizando

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Um ExCeLeNtE SáBaDo!



sexta-feira, 14 de março de 2014

... que todos os dias sejam dias de POESIA... BoA nOiTe!


...e pra terminar a noite... [Lispector]... "Não caibo em mim"

"Eu vou me acumulando, me acumulando, me acumulando
- até que não caibo em mim e estouro em palavras."


Clarice Lispector

Linda dEcLaRaÇãO....

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SeR PoEtA... o que você diz, Pessoa?



O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.

E os que leem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.

E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.

Fernando Pessoa

Ah, a pOeSiA...


O PoEtA dos EsCrAvOs: CASTRO ALVES


Antônio Frederico de Castro Alves (Curralinho, 14 de março de 1847 — Salvador, 6 de julho de 1871) foi um poeta brasileiro.

Nasceu na fazenda Cabaceiras, a sete léguas (42 km) da vila de Nossa Senhora da Conceição de "Curralinho", hoje Castro Alves, no estado da Bahia.
Suas poesias mais conhecidas são marcadas pelo combate à escravidão, motivo pelo qual é conhecido como "Poeta dos Escravos".

Castro Alves é o patrono da cadeira nº 7 da Academia Brasileira de Letras.


Suas principais obras são: "Espumas Flutuantes", "A Cachoeira de Paulo Afonso" e o drama já mencionado "Gonzaga ou a Revolução de Minas". Ao livro "Os Escravos" pertencem "Vozes d'África" e "O Navio Negreiro", considerados os dois poemas mais representativos de sua obra.